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domingo, 23 de janeiro de 2011

MILLAMAN RESERVA SHIRAZ MALBEC, 2006



Produzido pela Terra Mater S.A. no Valle del Curicó, Chile.

Adquirido em setembro de 2010, na loja da vinícola, em Curicó, por 5.600 pesos chilenos, o que equivale a, aproximadamente, R$ 22,40.

De cor rubi violáceo com halo aquoso. Alcool 14%.

Aromas de frutas vermelhas maduras, especiarias e café.

No ataque a boca as frutas, as especiarias e o café se equilibram. No final predomínio do café e das especiarias.

Taninos doces, bom corpo e boa persistência.

Ótimo custo/benefício.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

DA CASA ORGÃNICO, MALBEC, 2008



Produzido pela Vinícola Nº A 172320, em Maipu, Mendoza, Argentina. Distribuído pela Cooperativa Vinícola Garibaldi Ltda.

Adquirido em 02/06/2010, na loja da Vinícola Garibaldi, por R$ 19,00.

De cor rubi com halo aquoso. Alcool 14,0%.

Aroma de geléia de frutos vermelhos, tabaco e um toque balsâmico.

No ataque a boca a fruta. Meio de boca equilibrio entre a fruta e o tabaco. Final de boca predomina o tabaco.

Bom corpo. Boa acidez. Equilibrado. Persistência média/alta.

Bom custo/benefício.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

FINCA PERDRIEL COLECCION, MALBEC, 2005, #cbe


Este é o vinho do mês de novembro. A escolha foi do confrade Gustavo do ENOLEIGOS que sugeriu um Malbec da Argentina de qualquer faixa de preço.

No início, minha intenção era comentar o LA CELIA. Acontece que estive em um seminário no Hotel Villa Hipica de Gravatá-PE e na folga da noite do dia 21/10/10 escolhi este vinho para degustar e aproveitei para colocá-lo como minha opção para o vinho do mês.

No hotel me custou R$ 103,00. Creio que seu preço nas casas do ramo estará entre R$ 50,00 e R$ 60,00.

Produzido pela Norton em Lujan de Cuyo, Mendoza, Argentina. Passou 10 meses em carvalho francês.

De cor rubi intenso, com incipiente halo aquoso. Alcool 14,5%.

Aromas de frutas maduras (ameixa e amora), café e com toques florais e de tabaco.

Na boca o tabaco fica mais evidente.

Bom corpo e equilibrado, apesar de estar ainda um pouco agressivo. Creio que, com mais algum tempo de garrafa, talvez dois anos, esteja mais agradável.

Persistência de média a alta.

Mesmo considerando o provável preço de mercado o custo/benefício e um pouco alto.

domingo, 19 de setembro de 2010

DON LAURINDO RESERVA, MALBEC, 2006



Adquirido em 19/05/2009, por R$ 42,60, na loja da vínícola, no Vale dos Vinhedos.

De cor rubi intenso, com pequeno halo aquoso.

Aromas de frutas vermelhas maduras, especiarias e tabaco.

No ataque à boca a fruta e as especiarias, do meio para o final as especiarias e o tabaco.

Bom corpo. Acho que se o teor de alcool (12,80%) fosse um pouco maior ficaria melhor equilibrado.

Custo/benefício um pouco alto.

domingo, 20 de dezembro de 2009

O MELHOR VINHO QUE BEBI EM 2009

Nós, associados do Enoblogs, fomos instados a escrever sobre o melhor vinho que bebemos em 2009.

Fiquei indeciso pois teria que escolher entre dois excelentes vinhos:

1º - MUNDVS, CABERNET SAUVIGNON, 2005 (meu post do domingo 27/09 - reveja )

2º - LUIGI BOSCA – DOC – MALBEC, 2004 (meu post do domingo 29/11 - relembre )

Como são dois vinhos bastante diferentes entre si, usei de dois critérios, que nada tem a ver com a qualidade dos vinhos:
1º - O produzido por uma vinícola brasileira (CASA VALDUGA)
2º - Ter uma ESTÓRIA a contar.

Pelo primeiro critério já se sabe que o escolhido foi o MUNDVS. Então vamos esclarecer o segundo critério (contar a estória).

Em maio deste ano visitei a Serra Gaúcha e passei cerca de seis dias em Bento Gonçalves. Nesta viagem fui acompanhado de esposa, filha, irmão e cunhada.

Durante três dias visitei cerca de 20 vinícolas do Vale dos Vinhedos para degustar vinhos para, posteriormente, efetuar minhas compras. Nestes três dias quem me acompanhou foi minha filha que fazia o papel de motorista.

Numa maratona desta não se pode afirmar que se fez uma “degustação”. Primeiro pela quantidade de vinhos provados; segundo pela quantidade de álcool ingerido; terceiro pelas condições de pouco conforto que não propicia uma concentração para a degustação; e quarto pelo cansaço do meio para o final do dia.

De qualquer maneira, escolhi dez vinícolas que, naquelas condições, me pareceram com os melhores vinhos ou conjunto de vinhos (comprei uma caixa com vinhos diferentes em cada vinícola). Não selecionei a Miolo, pois conheço a maioria dos seus vinhos e eu queria vinhos não encontrados facilmente no Recife.

Dois vinhos me chamaram atenção por um detalhe: aroma intenso, ao ser aberta a garrafa, de uma fruta comum no Nordeste. Na análise gustativa estas frutas também estavam presentes de forma intensa.

No primeiro destes vinhos ( Della Chiesa - Moscato Gialo), ainda não comentado em meu blog, esta fruta era a manga.

No segundo, justamente o Mundvs, a fruta era o figo. Ao degustar, pensei; “minha esposa vai adorar este vinho”.

Minha esposa adora figo e na minha casa existe uma figueira que dá frutos durante quase todo o ano. Destes figos (maduros) ela faz doce em calda que são manjares divinos, indescritíveis.

No quarto dia, já tendo decidido quais vinhos compraria, levei, além da motorista, minha esposa, meu irmão e minha cunhada para as compras e fui decidido a almoçar no Restaurante da Casa Valduga (fica ao lado da vinícola).

No restaurante solicitei ao mâitre que nos servisse o Mundvs Carbernet. Trouxeram o Mundvs Malbec. Retruquei que havia pedido Cabernet Sauvignon e responderam que não existia Mundvs Cabernet. Aleguei que no dia anterior havia provado na vinícola e não era possível que no restaurante da vinícola não soubessem de todos os vinhos produzidos. Foram verificar e voltaram com o vinho solicitado.

Concluindo a estória:
1º - Acho que fui um dos primeiros a provar do Mundvs Cabernet Sauvignon;
2º - Estava decidido a comprar só uma caixa em cada vinícola e esta caixa seria de vinhos variados. No caso da Valduga minha esposa me “obrigou” a comprar só um tipo de vinho. Vocês já sabem qual é.

domingo, 29 de novembro de 2009

LUIGI BOSCA DOC MALBEC, 2004


A D.O.C. Luján de Cuyo foi criada em 1989, com o intuito de zelar e legislar sobre a variedade Malbec, que tem origem nessa região. Do mesmo modo que as Denominações mais exigentes do mundo, um vinho D.O.C. de Luján de Cuyo deve cumprir um estrito protocolo, que começa no vinhedo e finaliza quando o vinho elaborado recebe a aprovação do Conselho Regulador.


Amadurecido por 14 meses em barris de carvalho e envelhecido na garrafa por um ano.


Adquiri este vinho em loja especializada, em Mendoza, quando lá estive em agosto de 2007. Não anotei o preço da aquisição.


De cor rubi intenso, sem gradação de cor, com halo aquoso. Lágrimas abundantes.


Complexo, com aromas florais, ameixas e cerejas maduras, baunilha, chocolate e pimenta do reino.


De paladar agradável, encorpado, com final longo. Com acidez elevada, equilibrando bem o alcool (14,5%) com os taninos doces e potentes.


O contra-rótulo indica potencial de guarda de 8 anos, no que concordo plenamente.